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OLHAR DE QUEM CORREU

Petterson Muniz: festa friburguense na Ilha Grande

Há alguns anos a Equipe Evoluir, de Nova Friburgo, participa do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha. Com bons resultados e consagrando campeões em suas respectivas categorias. Este ano os friburguense marcam presença em peso nas provas e nos pódios. O representante comercial Petterson Muniz, de 50 anos, correu uma prova do campeonato pela primeira vez em Sana, há quatro anos e… Confira!

“Iniciei nas corridas de montanha há quatro anos em Sana. Não tinha noção alguma do percurso nem o que encontraria pela frente. Fiz o percurso curto na categoria 45-49 anos. Para minha surpresa fiquei em quarto no geral e em primeiro na categoria.

Foi paixão à primeira vista. Sou amante da natureza e daí não parei mais. Fiz muitos amigos que viraram uma família. Em cada etapa nos encontrávamos para mais um fim de semana de aventura.

Estive pela terceira vez para uma etapa em Ilha Grande. Até então só havia feito o percurso curto. Desta vez correria o longo. Fiquei em quarto lugar no geral e em primeiro na categoria, assim como há quatro anos, na minha estreia.

A Ilha Grande é um lugar de natureza bela e com um percurso desafiador. Longas subidas e descidas de extrema dificuldade. Mas no fim vale à pena. Os organizadores fizeram bem a sua parte, nos entregando uma prova com ótima sinalização”.

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 26/04/2018 at 06:54

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Etapa Ilha Grande: a palavra da grande campeã

“Já fiz outras provas na Ilha Grande e participei dessa etapa ano passado no percurso curto, sendo a campeã geral. Esse ano treinei para fazer o percurso longo e me surpreendi com a excelente organização e com o grau técnico do percurso.

Eu moro e treino na Ilha e saio muito feliz dessa prova. Com tudo!  A marcação do percurso muito bem feita! Trilhas com subidas e descidas que exigiram estratégias diferentes dos atletas, como uma boa prova de trail run deve ser. Meu resultado foi dentro do esperado, consegui a 1a  colocação geral na prova e espero fazer outras etapas esse ano.”

Tatiana Mariano Brito, 33 anos, professora, moradora da Ilha Grande, atleta Mundo Run

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 24/04/2018 at 14:30

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O desafio e o prazer de correr na Chapada Diamantina

Edvaldo Santos Ferreira, de 40 anos, mora em Ibicoara-BA. Com frequência pode ser visto correndo pelas trilhas da Chapada Diamantina, onde é conhecido como Kbeça. Oriundo das corridas de rua, ele corre em trilhas e montanhas há cinco anos. Confira!

“Eu já corria em rua e fui passar uns dias em Igatu para conhecer a cidade. Conheci o Luis Paulo do Hostel Igatu, que é um fomentador de esportes de montanha. Depois de algum tempo ele me convidou para participar de uma prova que ia ter na cidade. Até então não havia provas de trilhas na Chapada, só corridas de rua. Fiquei com receio de participar, mas aceitei o desafio. Foi emocionante ver corredores de outros estados aqui. Tudo pra gente era novidade. O trail, as equipes e até os tênis. Chegamos a correr com botas de trekking… A organização ‘Corridas de Montanha’ nos deu a oportunidade de conhecer o esporte e deixou um legado na região. Muitos começaram a correr em montanha e hoje temos atletas em todas as cidades. E os da rua estão migrando para as montanhas.

Aqui na Chapada o terreno muda muito durante uma prova, especialmente se for uma prova longa. É importante acertar na escolha do tênis. No percurso há pedras, single track, trilha de terra, leito de rio. Até para mim ainda é um desafio. A vantagem é que há muito rio de água potável, então a hidratação não é um problema.

O cenário da prova chega a ser surreal em algumas partes. A pernada da Manga do Céu, as ruínas dos antigos garimpeiros e as estradas de pedras feitas são perfeitas para um trail raiz. O clima em setembro é seco, mas tem água em todos os riachos.

A prova é dura nas três distâncias, mas quem se arriscar nos 43K vai ter uma recompensa do tamanho do esforço. Para mim, sempre é uma superação completar este percurso numa total conexão com a natureza. E correr em casa é emocionante. Ver as crianças e os amigos gritando, te apoiando, te dando água… Choro toda vez que cruzo a linha de chegada.

Vale muito à pena vir correr aqui, mas é bom treinar em terrenos diferentes, escolher o equipamento certo para sofrer menos e conseguir curtir o cenário e conhecer os caras mais loucos da montanha.”

   

   

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 16/04/2018 at 10:45

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“Correr na Chapada dos Veadeiros é simplesmente fenomenal”

Mateus Pimenta, de 38 anos, o popular Peixinho, é de Caraguá, interior paulista. Mora e trabalha em Brasília-DF. Conheceu as trilhas do cerrado e tornou-se um amante do lugar. Hoje ele faz parte do grupo de Corredores de Trilhas do Distrito Federal. Veja o que ele fala sobre a Chapada dos Veadeiros.

“Como caiçara nato, sempre tentei treinar fora do asfalto. Em 2016 conheci as corridas de montanha e desde então sou fascinado por essa aventura que é treinar em plena natureza. Já vou logo dizendo: se você ainda não correu, se aventure logo, por que a sensação de paz interior, a natureza e Deus se fundem entre as diversas paisagens que encantam nossos olhos e nossa alma.

Após os primeiros treinos de trilhas na região do Cerrado, principalmente nas trilhas Monjolo, Parque Floresta Nacional, Parque Agua Mineral, Tonéis e Poço Azul, comecei a me inscrever nas corridas de trilhas e de montanhas, fiz 21K na Chapada dos Veadeiros, 21K em Pirenópolis e muitas outras provas. Algumas ultras, inclusive. Todos os lugares que corri são inenarráveis em relação à beleza e ao contato com a natureza.

A corrida na Chapada dos Veadeiros foi minha primeira meia maratona em trilhas. Simplesmente fenomenal. O lugar escolhido é de uma energia e um astral fora de série. Há muitos lugares lindos na região pra visitar, como o Parque Nacional, o Vale da Lua, as águas termais e dezenas de cachoeiras. É uma região fantástica pra se viajar com a família. O povo nativo é muito acolhedor e a variedades na culinária e nas feiras é de encher os olhos.

Se você for um amante das corridas, gosta de correr em lugares lindos e visitar lugares diferentes, com certeza a corrida na Chapada dos Veadeiros será uma ótima experiência”.

Copa Centro-Oeste de Corridas de Montanha

Etapa Chapada dos Veadeiros

20 de maio de 2018

Informações aqui

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 26/03/2018 at 08:36

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Reencontro marcado com a Chapada dos Veadeiros

Elane Pires, de 41 anos, mora em Taguatinga, no Distrito Federal. Pratica corrida há pouco mais de dois anos e confessa ser uma apaixonada pela Chapada dos Veadeiros. Correu a etapa no ano passado e já planeja correr por lá novamente em 2018.

“Eu amo a Chapada dos Veadeiros. É um lugar lindo que sempre frequentei. Suas cachoeiras e trilhas lindíssimas. Sempre percorri essas trilhas caminhando, nunca correndo. Até que a convite de uma amiga tive a oportunidade de participar da Copa Centro-Oeste de Corridas de Montanha em 2017.

Me inscrevi no percurso médio, de 14K. Foi muito bom. Extremamente agradável.  O percurso é lindo, mas não é de todo fácil. Trata-se de uma corrida de montanha, em trilhas. Sendo assim, nunca é muito fácil, mas é lindo e gratificante.

No dia da prova o clima estava ameno, com um pouco de neblina. A chapada, que naturalmente já é linda, apresentou uma imagem mais linda ainda. Algo que não estamos muito acostumados, com uma neblina nos campos por onde passávamos. A paisagem se tornou mais marcante.

Antes desta prova, havia participado de treinos em trilhas, sendo a etapa Chapada dos Veadeiros minha primeira prova oficial. Depois dela, participei das outras duas etapas da Copa Centro-Oeste e pretendo participar novamente, este ano.

A organização da prova não deixa a desejar. É uma prova com características de montanha e algumas dificuldades fazem parte da experiência. Para mim, prova de montanha é também prova de resistência, de superação. Vamos lá nos testar, nos avaliar, nos aprimorar. E e a organização nos proporciona isso com segurança. Por isso vale muito à pena. Mude de vida, venha para as Corridas de Montanha!”

#corridasdemontanha #copacentrooeste #chapadadosveadeiros #mudedevida

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 22/03/2018 at 12:48

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Um olhar de dentro da montanha para fora

“Foi uma experiência incrível correr aqui pertinho de casa. Moro no bairro do Souza, em Monteiro Lobato, onde tem uma galera bem legal de corridas de montanha. Conviver com eles numa prova foi uma oportunidade e tanto. Foi legal também por que pude colocar em prática um pouco da minha metodologia pessoal. A que eu trabalho.

Acho que fui bem na prova. Era um percurso com terreno bem variado, com subidões e descidas técnicas. Eu corro duas vezes por semana e nos outros dias posso dizer que eu vivo o meu corpo de forma mais intensa.

A experiência em São Bento do Sapucaí foi incrível principalmente pelo espírito da prova. Hoje vejo muitas corridas de montanha com olhar de fora para dentro da montanha. E percebo nestas provas do circuito, um olhar de dentro da montanha para fora. Vejo a cultura do montanhismo bem mais presente do que em outras provas até mais famosas.”

Vitor Carrara, Corrida Ancestral

#corridaancestral #corridasdemontanha #copapaulista#sãobentodosapucaí #monteirolobato #mudedevida

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 21/03/2018 at 16:10

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Pai e filho de Nova Friburgo se aventuram juntos nas corridas de montanha

O estudante Felipe Gouvea, de 16 anos, e o pai Alexandre Gouvea, de 46, moram em São Pedro da Serra, belíssimo distrito de Nova Friburgo, Região Serrana do Rio. O futebol sempre fez com que o esporte fosse umas das formas de manter próximos pai e filho. O tempo passou e ambos descobriram as corridas. Hoje treinam juntos na Agille Consultoria Esportiva, também de Nova Friburgo, e correm provas no estado do Rio. A Etapa Teresópolis do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha foi a primeira prova da modalidade de Felipe.
“Antes da corrida eu já praticava futebol. É um esporte que sempre fui muito próximo e tive uma grande influência do meu pai. Aliás ele sempre me ajudou a me ,manter bem fisicamente. Comecei a correr depois que fiquei um tempo longe do futebol e acabei tendo uma crise de ansiedade. A corrida vem me ajudando a superar tudo isso”, conta Felipe.
O pai, Alexandre,sempre praticou esportes. Jogava futebol e dava suas corridas para melhorar o condicionamento. Com os treinamentos espera em pouco tempo fazer também sua primeira corrida de montanha
“Meu sonho era ser jogador de futebol. A corrida com o Felipe surgiu num dia em que ele não estava muito bem. Fizemos uma caminhada e foi… até começar os treinamentos com a Agille. Sensacional! Estou me preparando e não vejo a hora de também correr nas montanhas. Acompanhei o Felipe na Etapa Teresópolis, e é tudo que queremos no momento”, garante Alexandre.
São Pedro da Serra é um dos muitos lugares que favorecem a corrida em trilhas e de montanha. Felipe e Alexandre procuram explorar os diversos percursos da região e sempre que possível saem juntos para treinar.
    “Quando possível procuramos treinar juntos como uma forma de incentivar um ao outro. Ao termos a companhia um do outro durante os treinos e provas, aumentamos a confiança e a intimidade, que já é grande. Ele também é uma grande inspiração”, conta Felipe.
Alexandre faz coro com o filho e festeja a possibilidade de fazer parte desse momento na vida de Felipe.
“Sempre fomos muito próximos, companheiros. Poder treinar e correr com ele é uma sensação maravilhosa. Não tem explicação. Principalmente poder fazer parte desse momento na vida dele. Sem palavras! E poder fazer isso nas montanhas, em, meio à natureza, representa liberdade, vitória, amizades e principalmente a chance de ver que qualquer obstáculo na vida pode ser superado”, diz o pai.
Depois da experiência em Teresópolis, Felipe vê nas corridas de montanha um novo caminho e uma nova porta de entrada na prática de esportes.
“É um novo caminho. O começo de novas amizades e uma nova forma para me manter saudável física e mentalmente. E a Agille tem uma importância enorme nisso. Através dela fazemos novas amizades a ganhamos condições para rodar muitos e muitos quilômetros”, completa Felipe.

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 18/03/2018 at 15:47

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Montanhas são mágicas

por Christiane Lemos

“Correr me inspira! Me motiva! Correr nas montanhas me faz ir além!

Estamos muito condicionados a uma vida urbana, ao asfalto e ao concreto e por vezes não nos damos conta da energia da natureza. Há alguns anos eu e meu parceiro, Kener Assis, passamos a desfrutar de atividades em trilhas: o famoso trekking. Visitamos lugares maravilhosos como Serra do Cipó, Parque Três Picos, Pedra do Baú, Ibitipoca, Aiuruoca, entre outros, onde caminhamos curtindo o que a natureza nos oferece.

Como já corríamos provas de 10, 21 e 42km, ficamos motivados a debutar na “Corridas de Montanha” , e escolhemos a etapa de Teresópolis. Chegamos na cidade no sábado (24) e fomos direto pegar o kit e as orientações. Nossa principal preocupação era com as possíveis chuvas no dia da prova, ou suas consequências do volume que já havia caído nos dias anteriores.

No domingo, 25, acordamos cedo e após um breve café da manhã partimos para o local do evento: Parque Natural Municipal Montanhas de Teresópolis. Por ser a primeira experiência em corridas de montanhas confesso que estava preocupada com o que poderia dar errado. Até pensar em me perder na trilha me passou pela cabeça (risos). O Kener me olhou “de lado” e disse: ‘relaxa, não vamos nos perder. Nosso objetivo é a diversão e chegarmos sem problemas’.

O local é maravilhoso! Muito verde, montanhas incríveis e visual esplendoroso! Um clima super agradável com cerca de 300 atletas e organização impecável. Nos preparamos para a largada e vieram as últimas orientações do locutor: a distância curta foi aumentada de 8 para 9k (que na verdade foram 12,5K…). Essa alteração se deu em função das chuvas nos dias anteriores, onde uma trilha de descida estava muito encharcada e trazia riscos.

Eu e Kener nos olhamos…rimos…e foi dada a largada!

Como previsto começamos de forma conservadora no trecho inicial plano. Encaixamos o ritmo e prosseguimos. A medida que surgiam as subidas alternávamos entre correr e caminhar rápido (precisamos evoluir nos treinos específicos).

A parte mais intensa veio no km 4,5. Entramos em uma trilha que a cada metro ficava mais íngreme, estreita e escorregadia. Uma canaleta na vegetação fechada onde a atenção era máxima para que não tivéssemos quedas. Ficamos imaginando os favoritos passando ali correndo! Para nós impossível correr!

Passamos a interagir com outros atletas, e fomos unanimes em afirmar que a organização da prova havia caprichado na escolha do percurso. Só essa “subidinha” levou uns 30 minutos! Ao final da trilha em aclive, saímos em uma estrada onde um staff nos indicou a direção (toda demarcada com fitas azuis) e nos disse: agora é só ladeira abaixo!

Lá fomos nós!!!!

Correr montanha abaixo também reque preocupação pois os joelhos sofrem, e se você não for cuidadoso pode vir a se lesionar. Como o nosso propósito era a diversão descíamos em uma velocidade conservadora desfrutando do lindíssimo visual, parando para fotos e vídeos.

Ao longe víamos nosso destino, a sede do Parque, e administrávamos o esforço. Ultrapassamos algumas pessoas que certamente exageraram no início e agora caminhavam na descida. Chegamos no plano e faltavam somente 2K e nossa vitória era certa.

Um misto de satisfação, superação e gratidão nos invade. Temos a certeza de que todo esforço valeu à pena. Todo estresse de nossa vida profissional, a tensão de se viver na cidade urbana, as dúvidas e preocupações sobre a prova…tudo isso já não existia naquele momento.

Já ouvíamos a voz do locutor e a música da chegada! Entramos no Parque é lá estava o portal nos esperando!

Chegamos!!! Felizes e de mãos dadas, seguidos de um vitorioso abraço apertado e um beijo de comemoração!!

Na mente uma única certeza: faremos mais corridas de montanha!”

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 27/02/2018 at 10:15

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Adalto Romualdo: entre a dança e as corridas de montanha

O engenheiro eletricista Adalto Romualdo, 38 anos, começou a correr em 2011, incentivado pelo grupo de corrida da empresa em que trabalhava em São Paulo. O objetivo era fazer uma prova de revezamento. Começou e não parou mais.

Nas montanhas a primeira experiência foi em Paranapiacaba, numa etapa da Copa Paulista de Corridas de Montanha. Adalto conta que achou a experiência fantástica. Conversamos com ele sobre sua evolução depois de uma lesão, sobre as montanhas e sobre a expectativa para 2018.

Como foi sua evolução nas corridas de montanha?

Em 2012 eu me lesionei e deixei de correr. Fiquei praticando só a dança. Em 2015, fora de forma, resolvi voltar a correr. Lembrei de meus tropeços no passado e comecei a fazer diferente. Aprendi que correr não é simplesmente colocar um tênis no pé e achar que está tudo certo. É muito mais que isso. Exige técnica, trabalho de fortalecimento, boa alimentação, descanso e treino. Tudo isso é difícil adquirir sem orientação de pessoas experientes. Em 2016 conheci através de amigos a unidade da run base da Adidas, onde faço atividades físicas voltadas à corrida, assisto palestras e troco experiências com outros corredores. Em uma das provas de montanha fiz amizade com um corredor que me falou do mestre Heroi Fung, que dedica seu tempo orientando atletas amadores e profissionais. Treinar com ele tem acelerado o meu desenvolvimento.

 

Como foi sua participação na Copa Paulista de Corridas de Montanha em 2017?

Comparei meu tempo nas provas de 2016 com as de 2017. Melhorei bem, mas sempre há o que se melhorar. Uma prova de montanha exige muita técnica, resistência e força. Adquirindo isso com o tempo, trocando experiências e fazendo testes. Devemos conhecer nossos limites e nunca colocar a nossa segurança em risco. Conheço corredores que são malucos e fazem coisas que a priori eu não faria. Prefiro levar um tempo a mais em alguns trechos do que ganhar um tombo, uma torção ou seja lá o que for. Então temos que conhecer nossos limites e respeitar isso. Segurança em primeiro lugar sempre.

 

Pode falar sobre as provas que você fez? Alguma etapa em especial?

Todas as provas têm o seu encanto. A que mais chama atenção é o desafio final em Campos do Jordão, que une os corredores das copas Paulista, Fluminense e do Centro Oeste. Mas o circuito todo em que corremos possui muitos desafios, além da beleza dos percursos.

 

Como correr em cenários belíssimos e sempre se desafiando afeta de forma positiva sua vida pessoal e profissional? Que importância as corridas de montanha têm em sua vida atualmente?

Adoro explorar e conhecer lugares diferentes. Este ano mesmo conheci alguns lugares que acredito que nunca iria conhecer se não fossem por essas provas que participo. O próprio exercício da corrida já me proporciona uma limpeza mental incrível. O fato de também se deslocar para um ambiente diferente do meu habitual também ajuda a me desligar um pouco dos problemas do dia-a-dia.

 

O que espera do circuito em 2018?

Em 2018 quero continuar na Copa Paulista passando para categoria ‘longo’. Quero também fazer minha primeira maratona de montanha e assim aos poucos ir explorando novos lugares e novos desafios.

 

É algo que você recomenda a quem gosta de corridas de montanha?

Quem gosta de correr e ainda não se aventurou nas montanhas não pode perder mais tempo. Encontramos todo tipo de atleta nessas provas. Os que buscam melhorar seu tempo, os que não se preocupam com o tempo e correm pelo prazer do esporte e os que nem de correr gostam tanto e preferem fazer suas caminhadas e tirar algumas fotos em meio a natureza. A corrida é contra você mesmo e o desafio e a meta são individuais. Fazemos muitas amizades bacanas durante o campeonato e a cada prova é um encontro em que trocamos novidades e experiências antes e depois da prova.

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 19/02/2018 at 17:38

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Luana Medina: a Menina da Montanha

A psicopedagoga de Volta Redonda-RJ Luana Priscila Medina Alves já correu os percursos curto, médio e longo em todas as etapas do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha.  Aos 33 anos, já experimentos de tudo nas montanhas fluminenses e não é por acaso que é chamada pelos colegas corredores de Menina da Montanha.

Corre o Campeonato Fluminense desde 2014 e em 2018 vai para os percursos longos pelo terceiro ano seguido. Confira!

Como a corrida entrou na sua vida?

Comecei a correr com um grupo de amigos da academia do clube comercial onde eu sempre malhei. O objetivo era perder de peso e amenizar a dor da perda do meu amado pai. Acabamos formando uma equipe chamada ATM – Asfalto, Trilha e Montanha.

E as montanhas? Quando entraram nessa história?

Minha paixão pelas montanhas começou quando participei, em 2014, pela primeira vez da etapa de Penedo do Campeonato Fluminense. Fiz o percurso curto. Foi uma sensação inexplicável e inesquecível. Sempre fui apaixonada pela natureza e desde aquele dia não parei mais.

O que sente ao correr em cenários paradisíacos?

Sinto uma sensação de liberdade. Me sinto mais perto de DEUS e do meu pai quando estou correndo nas montanhas. É sensacional.

E a sensação de se desafiar a cada prova?

Jamais imaginei que iria conseguir correr 18 e 24K na montanha. A sensação é diferente para cada prova. Mesmo já conhecendo o percurso, sempre fico ansiosa pensando no que vou encontrar pela frente. É uma sensação diferente. Difícil de explicar.

Como é sua rotina de treinos?

Atualmente dei uma diminuída nos treinos porque meu corpo estava indo à exaustão. Mas minha rotina sempre foi correr 10K todos os dias, mais 1h30 de musculação. Nos fins de semana faço um longão em estrada de terra. Sempre com algumas subidas.

Suponha alguém que esteja pensando se vai ou não vai para uma corrida de montanha… o que você diria para convencê-la a ir?

Que será uma das experiências mais inesquecíveis de sua vida. Diria que quem corre uma vez na montanha nunca mais conseguirá se afastar dela. Que é mágico!

 

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 08/02/2018 at 15:18

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