Posts Tagged ‘Corridas de Montanha’

‘É uma sensação de liberdade!’

A jornalista Gisely Machado, de 32 anos, mora em Goiânia e fez na Chapada dos Veadeiros sua primeira corrida de montanha. Viveu a experiência junto com o marido Breno Machado. Ambos ficaram em terceiro lugar em suas respectivas faixas etárias. Gostaram tanto que já fazem planos para as outras etapas da Copa Centro-Oeste. Confira!

“Comecei a correr em setembro de 2016. Corria no asfalto e sempre tive muita vontade e curiosidade de participar de alguma corrida de montanha, mas só agora que me senti realmente preparada em fazê-la. A etapa Chapada dos Veadeiros foi a minha primeira corrida de montanha.

É uma sensação de liberdade! Com certeza estar no meio da natureza faz toda a diferença, a vibe é outra e é pura energia! Foi um desafio a mais para mim. Por nunca ter corrido em montanhas, estava mega ansiosa.

Corremos o percurso médio, de 14K e as dificuldades foram as várias pedras no caminho e as trilhas estreitas que dificultavam uma corrida contínua. Mas são essas dificuldades que me movem, que me fazem querer sempre mais!      

No dia da prova, o clima estava perfeito. Tinha chovido na noite anterior, então a umidade estava lá no alto, o contribuiu para um bom desempenho durante a prova. O cenário é lindo… Poder fazer o que amo e ainda mais no meio na natureza é incrível! Presente de Deus mesmo.

Temos que parabenizar a organização. Todos muitos atenciosos. Com certeza iremos participar das próximas etapas, inclusive já temos planos para participar de outras etapas fora de Goiás!”

 

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 23/05/2018 at 07:12

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Disputa acirrada na Chapada dos Veadeiros, na abertura da Copa Centro-Oeste

Neste domingo, 20 de maio, o município de Alto Paraíso de Goiás, no coração do cerrado, teve a honra de ver a largada e a chegada da Etapa Chapada dos Veadeiros, a primeira da Copa Centro-Oeste de Corridas de Montanha. Os atletas correram pelas trilhas técnicas típicas do cerrado goiano em três percursos: 6K, 14K e 21K.

O primeiro atleta a cruzar a linha de chegada foi Felipe Damasceno. Numa disputa eletrizante, ele venceu o percurso curto em 34:49, apenas sete segundos à frente do segundo e terceiro colocados, João Ibanhez e Ronaldo de Jesus, que cruzaram a linha praticamente juntos.

Entre as mulheres, a primeira a chegar foi Vanessa Rodrigues, que fechou os 6K em 45:16.

A região recebeu os atletas que gostam de um bom passeio e de uma competição em percursos técnicos, importantes para uma boa corrida de montanha.  A prova contou pontos para o ranking, que vai reunir no fim do ano os melhores atletas amadores do Brasil na etapa nacional, em Lapinha da Serra, na Serra do Cipó, em Minas Gerais.

O triatleta Sony Anderson mora em Pirenópolis-GO e ainda não conhecia o percurso da prova. Se arriscou no percurso longo, venceu com sobras e elogio o evento.

“Foi uma prova bastante técnica. Foi a primeira vez que estive no local da prova. E apesar de não conhecer o lugar, sabia que encontraria uma pedreira pela frente. Mas eu gosto de desafios e novas aventuras. O cenário é perfeito, com características precisas para uma corrida de montanha.

Além de técnica, a prova ofereceu um cenário perfeito com uma natureza exuberante e uma ótima organização. Tenho certeza de que quem foi já quer colocar em seu calendário de 2019″.

A próxima etapa da Copa Centro-Oeste é Pireneus, em 5 de agosto.

 

Resultado Geral

Curto Feminino

1º – Vanessa Rodrigues – 45:16

2º – Thayrine Pereira – 49:21

3º – Valnerina dos Anjos – 51:49

 

Curto Masculino

1º – Felipe Damasceno – 34:49

2º – João Ibanhez – 34:56

3º – Ronaldo de Jesus – 34:57

 

Médio Feminino

1º – Patrícia Andrade – 1:31:21

2º – Patrícia da Cunha – 1:55:00

3º – Agne Carvalho – 1:56:02

 

Médio Masculino

1º – Ederson Rodrigues – 1:18:55

2º – Carlos Alexandre Azevedo – 1:22:15

3º – Luã Mendes – 1:23:12

 

Longo Feminino

1º – Gleise Botelho – 2:23:35

2º – Marlene dos Santos -2:30:51

3º – Rafaella Costa – 2:32:13

 

Longo Masculino

1º – Sony Anderson da Silva – 1:42:08

2º – Diego Campos – 1:44:36

3º – Toshiro Kishi – 1:45:26

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 21/05/2018 at 20:04

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Rui Rodrigues: de goleiro nas peladas para a ponta do ranking na faixa etária

Durante anos, o empresário Rui Rodrigues, de 64 anos, manteve a forma e sua boa qualidade de vida atuando como goleiro na pelada com os amigos. Até que, há uns cinco anos, em um de suas arrojadas defesas lesionou o ombro. Começava ali mais uma das tantas histórias que só a corrida pode proporcionar.

Depois de cinco anos de corridas de rua, Rui decidiu, em janeiro deste ano, se aventurar nas corridas de montanha e se inscreveu na etapa Maromba, na abertura do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha. Então…

“Comecei a correr tem uns 5 anos, após me lesionar no ombro, que me impedia de jogar futebol, pois eu era goleiro. Vinha fazendo só corridas de rua, na distância de 5K. Por curiosidade decidi fazer corridas de montanha. Falavam muito bem delas, que depois que se experimentamos não largamos mais.

Então…. Me inscrevi com a minha namorada para a Etapa de Maromba sem saber o que me aguardava. Mas só de saber que estaria diretamente em contato com a natureza, eu criava muita expectativa. Fomos para a corrida com a cara e a coragem. Sem hidratação correta ou tênis adequados. Depois de três quedas no rio, com muita garra conseguimos terminar juntos. Para nossa surpresa ficamos em primeiro nas nossas faixas etárias.

Com isso, ganhamos fôlego para a segunda etapa de Teresópolis. Foi muito selvagem e desgastante. Nos inscrevemos para os 8K do percurso curto, mas acabamos correndo 12,5K para problemas nas trilhas, que obrigaram a mudança do percurso. Conseguimos terminar, com a Mirian em primeiro e eu em segundo na nossa faixa etária. Com esses resultados, passamos a ocupar os primeiros lugares no Ranking do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha para a nossa faixa etária.

Veio a terceira etapa da Ilha Grande. Fui preocupado, pois não tinha me vacinado contra a febre amarela. Já começamos com a adrenalina lá em cima. Até o meio da corrida de 6K, eu e a Mirian vínhamos juntos e bem classificados. Ambos em primeiro na faixa etária. Após um descuido para me hidratar, a Mirian conseguiu colocar uns 20 metros na minha frente. Aí é que começou o meu drama. Ela se distanciou numa parte da corrida que era em descida. Perdemos o contato um com o outro. Na tentativa de tentar alcançá-la, errei uma transição na trilha e acabei indo no caminho errado.

Aí começou o meu desespero. A trilha terminou e tentei por três vezes voltar para a trilha certa cortando o caminho morro acima. Foi o meu erro. Já não tinha mais forças, então decidi ir para a praia, pois achava que seria melhor e mais tranquilo. Quando cheguei na água só via pedras e o portal da corrida a uns dois quilômetros de distância. Decidi ir pelo mar, nadando e andando pelas pedras até encontrar a trilha principal. Depois de mais de quarenta minutos, consegui terminar a prova em terceiro lugar. Foi um alívio. A falta de experiência nesse tipo de corrida ocasionou tudo isso. Mas aprendi uma grande lição: ao se perder numa corrida de montanha, retorne pelo mesmo caminho até encontrar a trilha certa. Nunca tente seguir achando que vai encontrar de novo a trilha.

Na próxima etapa, em Lumiar, serei mais cauteloso nas minhas decisões. Já me disseram que aprova será muito dura. Mas estou me preparando e espero retornar ao primeiro lugar do ranking”.

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 13/05/2018 at 16:13

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Clã Ancestral nas montanhas de Monteiro Lobato

Bruno Mascella Rodrigues, 29 anos, é fisioterapeuta e mora em Passa Quatro, interior de Minas Gerais. Estudioso, praticante e instrutor da ‘Corrida Ancestral’, Bruno aproveitou a etapa de Monteiro Lobato da Copa Paulista de Corridas de Montanha para correr com os amigos do Clã Ancestral. Confira!

“Conheci a corrida de montanha faz pouco mais de um ano, quando tive contato pela primeira vez na Serra Fina em Passa Quatro – MG, mas não por prova e sim por passeio e curtição. Eu e minha noiva gostamos tanto que já estávamos com planos de mudar de São Paulo e decidimos morar próximos as montanhas, principalmente por nossa paixão pela prática.

Monteiro Lobato foi minha primeira etapa na Copa Paulista. Gostei muito! Realmente eles levam a sério o que é corrida de montanha, com trechos muito técnicos, trilha e muita subida.

Minha relação com a corrida vai além da prática em si. Estudo a corrida humana já faz quatro anos. Desde de lá tenho me engajado em entender e praticar uma corrida mais minimalista e as relações dela com nossa saúde física, mental e social. Treino somente três vezes por semana. Eu e meu treinador, Vitor Carrara, acreditamos que devemos trabalhar mais a base que sustenta a corrida, com muita movimentação natural, caminhadas, brincadeiras e outros tipos de atividade. Isso garante que a corrida de longa distância se torne somente mais um repertório bem sucedido da nossa espécie, ficando mais fácil correr em meio à natureza e nas montanhas.

A prova em Monteiro Lobato foi desafiadora e teve um visual incrível depois que subimos os dois maiores picos no percurso de 21K. Também tive a oportunidade de correr ao lado de amigos que vivem e praticam a Corrida Ancestral. Um prazer também poder competir com a molecada e o pessoal local.”

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 06/05/2018 at 10:17

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Etapa Pedra Grande de Atibaia agita a Copa Paulista de Corridas de Montanha

Uma das etapas mais deslumbrantes da Copa Paulista de Corridas de Montanha, Pedra Grande de Atibaia proporciona aos atletas a sensação de correr no céu. A prova – 5ª etapa da competição -, em 22 de julho, terá as distâncias de 7, 9 e 21K.

A Pedra Grande é o cartão postal da cidade de Atibaia. Seu topo está a 1.450m de altitude e tem uma superfície de cerca de 200.000 metros quadrados, tornando possível que a arena de largada e chegada da prova seja montada no alto da montanha.

A 65 quilômetros da capital, Atibaia é um dos destinos mais procurados por aqueles que querem fugir da agitação da cidade grande. As vistas e o clima são ingredientes perfeitos para esportes como corrida de montanha, vôo livre, rapel e parapente.

“Pedra Grande de Atibaia é a mais linda etapa da Copa Paulista. Quando estamos lá no ponto mais alto, há uma sensação inebriante de alegria e superação. A paisagem ali é selvagem e impactante. Parece que estamos no topo do mundo. Não fosse a corrida, poderia ficar lá o dia todo”, conta a médica Maria Rosana Fernandes.

As inscrições são limitadas e já podem ser feitas no site do evento, onde também há todas as informações sobre a prova, com regulamento, altimetria, premiação e cronograma.

Copa Paulista de Corridas de Montanha – 2018

Etapa Pedra Grande de Atibaia – SP

22 de julho – largada 8h

Entrega de kits dias 21 e 22

Inscrições e informações: www.corridasdemontanha.com.br

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 04/05/2018 at 09:17

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A alma da montanha do alto do pódio

Profissional de Educação Física, Fernando de Oliveira Paes é adepto da corrida natural – ou corrida ancestral – há cerca de dois anos. Em 2017 fez um curso com Vitor Carrara e Bruno Mascella, duas referências no esporte.

Aos 38 anos, Fernando contou ao Corridas de Montanha um pouquinho de sua história e falou sobre a vitória no percurso longo da Etapa Monteiro Lobato da Copa Paulista de Corridas de Montanha.

“Em 2013 estava lendo uma revista de corrida onde havia uma matéria sobre corrida de montanha. Me interessei e fiz minha primeira inscrição na prova de 10K do Desafio Serras Verdes, em Sapucaí Mirim-MG.  A partir dali não sai mais da montanha.

Monteiro Lobato foi a primeira prova do circuito Corridas de Montanha que eu fiz. Apesar de já conhecer e ter boas referências sobre a organização, eu não conseguia ter disponibilidade devido ao meu trabalho, desta vez por intermédio do Vitor Carrara consegui fazer a prova.

O Clã Ancestral

Achei-a muito desafiadora, mesclando percursos técnicos e de resistência com um ótimo acúmulo de altimetria. Tudo o que um montanheiro de alma adora, exigindo um bom preparo por parte do atleta. Sem contar visual da prova, maravilhoso. E, claro, não posso deixar de falar da organização que foi muito boa, simples e competente.

As provas de montanha muito mais que uma competição. É um aprendizado, no qual você passa a respeitar muito mais a natureza e com certeza passa também a conhecer muito mais os limites do seu corpo.

Correr nas montanhas nos dá sensação de liberdade e de paz em harmonia com a natureza. E se tem uma coisa que aprendi com a montanha, foi respeitá-la.

Posso dizer que após migrar minhas corridas para a montanha, melhorei em todos os aspectos emocionais e físicos. Me sinto mais realizado. Com muito mais ânimo para continuar correndo e participando de provas. Aqui em São Paulo realizo minhas corridas no Pico do Jaraguá, um paraíso em meio a selva de pedra. Hoje consigo alinhar bem os dias de corrida com minha vida familiar.”

 

 

 

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 02/05/2018 at 08:07

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‘Espero correr estas provas nos próximos anos’

A  médica psiquiatra Maria Rosana Fernandes, de 54 anos, tem uma forte relação com as montanhas. Moradora de Alfenas-MG, Maria Rosana nasceu em Senador José Bento, cidadezinha encravada nas montanhas do sul de Minas Gerais.  Pratica corrida há cinco anos, quatro deles dedicados às corridas de montanha.

“Acho que já fiz mais de 20 etapas da Copa Paulista, sempre no percurso curto. Correr por essas paisagens exuberantes traz um bem estar inexplicável.  Só quem passa por essas trilhas sabe dizer sobre esse sentimento gerado por esse contato puro e desafiador com a natureza”, diz a médica corredora, que no último domingo (29/04) participou da Etapa Monteiro Lobato.

A médica-corredora conta que os treinos no dia-dia são nas belas estradas rurais de Senador José Bento. Corridas que transformam seus dias e as deixam em condições de encarar percursos como o de Monteiro Lobato.

“São estradas rurais que permitam treinos bem técnicos. E a cada treino fico com a plena sensação de bem estar

Monteiro Lobato

físico e mental. Me sinto revigorada e com potência para enfrentar os desafios do dia-a-dia . Eu diria que o exercício físico me dá conforto. Me deixou também pronta para esta etapa, com trilhas maravilhosas, pesadas, com excelente subida e descida desafiadora. Uma prova selvagem do jeito que corredor de montanha gosta , “selvagem” , do jeito que corredor de montanha gosta”.

Maria Rosana revela que a corrida impactou sua vida de várias formas. Uma delas foi no próprio exercício físico. Até mesmo outras modalidades esportivas.

“A corrida melhorou muito a minha relação com a atividade física. Antes, ir para qualquer treino era uma luta para vencer a preguiça. Agora é um divertimento, uma distração. Hoje, acordar cedo para correr, para caminhar ou andar de bike é um prazer. Espero correr estas provas nos próximos anos”, afirma a corredora, que guarda um sentimento especial pela Etapa Pedra Grande de Atibaia.

“Atibaia é a etapa mais linda. Muito desafiadora. Quando chegamos naquele ponto (da foto), é uma sensação inebriante de alegria e superação. E a paisagem ali é selvagem, impactante. Parece que estamos no topo do mundo . Se não fosse a corrida poderia ficar lá o dia todo . Eu sempre recomendo essa etapa para os amigos”, completa.

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 30/04/2018 at 22:12

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Copa Paulista esquentou as montanhas de Monteiro Lobato

Em um belíssimo domingo de sol, com uma temperatura agradável, a Copa Paulista de Corridas de Montanha esquentou as montanhas da bucólica Monteiro Lobato, região paulista da Serra Mantiqueira.

Depois de passar por Mairiporã e São Bento do Sapucaí, a competição chegou em 29/04 a um dos lugares mais procurados pelos corredores de montanha. Em jogo, pontos preciosos no ranking da Copa Paulista.  Às 8h, corredores largaram da praça do Bairro do Souza para três percursos: o curto, de 6K; o médio, de 12K; e o longo, de 21K.

O primeiro atleta a chegar foi Arthur Monteiro, morador de Monteiro Lobato, e integrante da equipe de jovens talentos do experiente Hamilton Miragaia. Arthur, que faz parte da seleção brasileira de Skyrunning, fechou o percurso curto em 45:21. Entre as mulheres, a primeira a chegar, também no curto, foi Marina Barreto, em 1:22:01.

“Apesar de ser uma das provas mais difíceis que enfrentei até agora, com 3Km loucos e cheios de subidinhas de Everest, acabei me surpreendendo com o resultado e com a indescritível sensação de ver tudo tão lindo e perfeito do alto da montanha”, disse Marina.

Arthur viu na prova uma ótima oportunidade para se motivar ainda mais para o que vem pela frente ainda este ano.

“Achei a prova bem dura, montanha pura mesmo… Para mim contribuiu como uma motivação para treinar mais ainda. Fiquei muito feliz em ter ganho essa prova novamente”, festejou o jovem corredor.

Hamilton Miragaia, atleta da seleção brasileira de trail running, mora em Monteiro Lobato e conhece aquelas montanhas como poucos. Estava feliz por ver toda aquela movimentação de corredores pertinho de casa e fez questão de ressaltar o verdadeiro espírito da corrida de montanha.

“Corrida de montanha é uma comunhão do montanhismo clássico com o trail run. São técnicas de subir e descer escarpas em terrenos desafiadores. É sair totalmente da zona de conforto. O principal objetivo é a paz e autoconhecimento. Junta a isso um clima de competição bem pertinho de casa e tudo fica perfeito”, afirmou Miragaia.

A Copa Paulista de Corridas de Montanha segue com mais quatro etapas. A próxima delas será em 10 de junho, em Campos do Jordão.

Resultado Geral

Curto Feminino

1º – Marina Barreto – 1:22:01

2º – Maiara Gottardi – 1:23:52

3º – Andrea de Almeida – 1:29:48

 

Curto Masculino

1º – Arthur Monteiro – 45:21

2º – Russo Balboa – 55:01

3º – José Silva Filho – 58:19

 

Médio Feminino

1º – Nilza Morais – 1:52:13

2º – Vanessa da Matta – 1:59:04

3º – Mara de Sousa – 2:13:59

 

Médio Masculino

1º – Edvando Nogueira – 1:16:31

2º – Caio Augusto – 1:21:21

3º – Adriano Silva – 1:22:27

 

Longo Feminino

1º – Patrícia Capellini – 2:33:48

2º – Ana Clara Barbosa-2:52:17

3º – Angela Romero – 3:23:26

 

Longo Masculino

1º – Fernando Paes – 2:04:45

2º – José Celso Gonçalves – 2:07:34

3º – Eduardo Paschaol – 2:09:18

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - at 19:06

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‘Foi ótimo termos encontrado o Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha’

Casados há 13 anos, José Carlos Jorge e Consuelo Freiria Jorge são figuras conhecidas nas etapas do campeonato Fluminense. Este ano marcaram presença em todas elas. Moram no Rio de Janeiro, tem três filhos e trabalham com tecnologia da informação no Ministério da Saúde. José Carlos, 57 anos, sempre foi adepto da corrida. Começou jovem e no asfalto chegou a correr algumas maratonas.

“Acabei deixando a corrida de lado por conta da vida atribulada entre família, estudo e trabalho. Só retornei firme realmente há quatro anos, quando comecei a treinar com a assessoria CamelBak Outdoor Sports, incentivado por minha irmã, Cristiane Jorge, uma fera das corridas”, conta Jorge.

Consuelo, 52 anos, sempre fui mais avessa às corridas, mas acabou sendo convencida a correr pelo marido. Começou a treinar para corridas de rua no fim de 2015.

“Mas logo me apaixonei pelas corridas de montanha”, garante a corredora.

Com assessoria voltada para as corridas de montanha, Jorge e Consuelo focam os seus treinos na modalidade. Uma vez por semana sobem a Vista Chinesa, na zona sul do Rio. Um lugar muito procurado por corredores e ciclistas para treinos de subida.

“Aos sábados sempre há treino em alguma trilha nos parques do Rio. Parque Lage, Floresta da Tijuca e outros. O contato com as trilhas nas montanhas é desafiador, principalmente por conta das subidas mais íngremes, mas é muito compensador. Aos poucos foi nos cativando, proporcionando grandes momentos. Foi uma conquista para os dois”, conta Jorge.

Em Maromba

Este ano, os dois decidiram correr as etapas do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha. A proximidade de casa, o calendário definido e a credibilidade da competição pesaram na hora de decidir.

“Há algum tempo vínhamos procurando participar de corridas por perto, de maneira que não ficássemos muito tempo longe. Foi ótimo ter encontrado o Campeonato Fluminense. O calendário definido para o ano todo permitiu o nosso planejamento antecipado. Foi bom saber, também, que o trabalho já acontece há alguns anos”, diz o corredor.

Até aqui foram três etapas. Para Consuelo, cada uma delas teve o seu desafio e uma característica marcante. Para ela, é difícil apontar uma que se destaque mais.

“Difícil escolher. Uma tem sido melhor que a outra. Podemos destacar as travessias dos rios gelados em Maromba, o desafio do curto de 8K, que virou 12,5K no Parque Natural Municipal de Montanhas de Teresópolis e as belezas naturais da aventura de Araçatiba”, conta a corredora, que já planeja as próximas etapas.

O casal criou o hábito de treinar junto, mas Jorge lembra que um respeita o planejamento específico do outro. Nem sempre é lado a lado, mas ele reconhece que o esporte contribui para a relação do casal e traz novas amizades.

“Às vezes, um está fazendo um intervalado e o outro um longão.  Escolhemos distâncias diferentes nas provas, mas é

Maromba

recompensador nos encontrarmos na chegada, com a satisfação de termos conquistado mais outro desafio. Aumenta a nossa cumplicidade, nosso companheirismo, nossa satisfação e orgulho com a vitória do parceiro. O mais importante é que encaramos a corrida como uma forma de melhorarmos nossa qualidade de vida, cuidando da nossa saúde e bem-estar. Outro aspecto a considerar é o fato de a corrida nos proporcionar a oportunidade de adquirirmos novas amizades, o que sempre é bem-vindo”, festeja o corredor.

Jorge lembra que ao escolherem percursos diferentes o casal acaba sofrendo um pouco mais durante as provas. A preocupação e o cuidado com o outro acabam desconcentrando um e outro. Mas encara a situação com bom humor.

“Um dá força para o outro. Mas, como fazemos sempre percursos distintos, às vezes a preocupação com o desempenho do outro acaba desconcentrando… A cada dificuldade a mais que encontramos pela frente, mais aumenta a preocupação com o outro, que pode estar enfrentando obstáculos ainda piores. Aí, temos que rir, para não chorar”, brinca o corredor.

Ilha Grande

Jorge e Consuelo treinam e já planejam a ida para a etapa Lumiar, em 27 de maio. Não sem deixar de lembrar e curtir a aventura na Ilha Grande e o banho de mar na praia de Araçatiba.

“A prova foi maravilhosa, com paisagens deslumbrantes. Também desafiadora, com muitos trechos técnicos. A organização foi impecável. E o melhor de tudo foi o banho de mar na chegada… Tem sido muito bom poder participar das etapas. Deu para constatar que o trabalho é bem feito e bastante organizado, principalmente se considerarmos que são quatro campeonatos concomitantes (ufa!) Esperamos que a organização continue nos surpreendendo positivamente nas próximas etapas!”, diz o casal.

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 29/04/2018 at 07:23

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Petterson Muniz: festa friburguense na Ilha Grande

Há alguns anos a Equipe Evoluir, de Nova Friburgo, participa do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha. Com bons resultados e consagrando campeões em suas respectivas categorias. Este ano os friburguense marcam presença em peso nas provas e nos pódios. O representante comercial Petterson Muniz, de 50 anos, correu uma prova do campeonato pela primeira vez em Sana, há quatro anos e… Confira!

“Iniciei nas corridas de montanha há quatro anos em Sana. Não tinha noção alguma do percurso nem o que encontraria pela frente. Fiz o percurso curto na categoria 45-49 anos. Para minha surpresa fiquei em quarto no geral e em primeiro na categoria.

Foi paixão à primeira vista. Sou amante da natureza e daí não parei mais. Fiz muitos amigos que viraram uma família. Em cada etapa nos encontrávamos para mais um fim de semana de aventura.

Estive pela terceira vez para uma etapa em Ilha Grande. Até então só havia feito o percurso curto. Desta vez correria o longo. Fiquei em quarto lugar no geral e em primeiro na categoria, assim como há quatro anos, na minha estreia.

A Ilha Grande é um lugar de natureza bela e com um percurso desafiador. Longas subidas e descidas de extrema dificuldade. Mas no fim vale à pena. Os organizadores fizeram bem a sua parte, nos entregando uma prova com ótima sinalização”.

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 26/04/2018 at 06:54

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