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Etapa Pireneus agitou Cocalzinho de Goiás pela Copa Centro-Oeste

Depois da ótima abertura na Chapada dos Veadeiros, a Copa Centro-Oeste de Corridas de Montanha teve sua segunda etapa no dia 5 de agosto. Cozinho de Goiás recebeu os atletas para a Etapa Pireneus. O ponto alto da prova foi o Pico dos Pireneus, com 1.385 metros.

Os corredores buscaram preciosos pontos no ranking em três percursos: o curto, com 6K; o médio, com 12K; e o longo, com 21K. O primeiro atleta a cruzar a linha de chegada foi Handy Ulacia de Moraes, que fechou o curto em 37:22. Entre as mulheres, a vencedora da distância e primeira a chegar foi Marilia Jorge Bastos, em 47:34.

A Copa Centro-Oeste tem apenas três etapas. A terceira e última será em 14 de outubro, em Pirenópolis. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas aqui.

Copa Centro-Oeste de Corridas de Montanha – 2018

Etapa Pireneus – Cocalzinho de Goiás – GO

Resultado Geral

Percurso curto – Feminino

1º – Marília Jorge Bastos – 47:34

2º – Vanessa Borges – 48:25

3º – Thayrine Pereira – 52:41

 

Percurso curto – Masculino

1º – Handy de Moraes – 37:22

2º – Guilherme Freitas – 42:31

3º – Ronaldo de Jesus – 43:28

 

Percurso médio – Feminino

1º – Patrícia de Andrade – 1:20:25

2º – Neurizete Souza – 1:34:03

3º – Fernanda da Silva – 1:34:19

 

Percurso médio – Masculino

1º – Raimundo Alves – 1:22:40

2º – Robson de Araújo – 1:23:38

3º – Aldo Tavares – 1:27:51

 

Percurso longo – Feminino

1º – Gleise Botelho – 2:26:58

2º – Keila Aparecido – 2:28:54

3º – Dirce Maia – 2:34:08

 

Percurso longo – Masculino

1º – Sony Anderson – 1:48:26

2º – Juraci da Silva – 1:55:42

3º – Marcio Rodrigues – 1:58:42

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 09/08/2018 at 19:07

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Mais um papo de corrida: com Theo Moraes

Theo Moraes da Silva, de 30 anos, é designer e mora em Niterói-RJ. Em 2016 começou a experimentar corridas de montanha. Já havia feito dezenas de provas no asfalto, uma maratona inclusive. O corredor conta o que lhe atrai no trail run e como surgiu a ideia do Canal Papo de Corrida. Confira!

“Fui parar nas corridas de montanha em 2016, quando decidi junto com um amigo me inscrever na Etapa Sana do Campeonato Fluminense (foto). Ele não pôde ir. Fui sozinho experimentar toda aquela sensação nova. Muita expectativa pelo que viria pela frente. Foi simplesmente incrível, uma prova que me marcou bastante pelo visual e pelo esforço necessário para completar o desafio.

Já fiz todas as etapas do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha, mas a que mais me marcou foi a desse ano em Ilha Grande. A chegada junto com meu amigo Fernando Pessoal foi sensacional. A galera estava toda lá na linha de chegada nos esperando e o locutor anunciou nossa chegada em grande estilo.

Desde que comecei a correr nas Montanhas sinto que ali é o meu lugar. Adoro fazer trilhas e correr. Juntei o útil ao agradável e saudável! As dificuldades são diversas, principalmente o terreno. Enfrentamos altimetrias variadas, ladeiras com pedras, barro, lama, atravessamos rios. É sempre um desafio incrível, o que torna muito gratificante a passagem na linha de chegada. É legal chegar e ser recebido por seus amigos e/ou receber seus amigos chegando e finalizando a prova.

Sonho um dia conseguir correr provas de trail no exterior, como Ultra Fiord e Ultra Trail du Mont Blanc, mas por enquanto, para este ano, o desafio é completar as etapas do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha. Falta Petrópolis e Paraty. Estou em 3ºlugar na faixa etária e meu amigo Fernando Pessoa, também do Canal Papo de Corrida, está em 1º lugar.

Além dessas provas temos outras provas desafiadoras, por exemplo uma maratona em Búzios no final do ano. O ano de 2019 nos reserva muita coisa boa. Com o crescimento do canal Papo de Corrida, temos  conseguido parcerias incríveis em diversas provas. Temos o objetivo de fazer algumas provas fora do Estado do Rio e quem sabe no exterior também.

Acho muito bacana a repercussão do Canal Papo de Corrida. Vários atletas nos identificam e compram nossa camisa. Alguns passam por nós e ouvimos comentários: ‘Esse coelho está em todas as provas’, numa referência à logomarca do canal. As pessoas nos reconhecem nas provas e fora delas. É muito bom saber que estamos de certa forma ajudando as pessoas e incentivando amigos e familiares.”

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 06/08/2018 at 09:53

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Copa Paulista de Corridas de Montanha começa a apontar campeões na Etapa Trabiju

A Copa Paulista de Corridas de Montanha entra em sua reta final com a Etapa Trabiju, em Pindamonhangaba, em 2 de setembro. Depois de passar por Mairiporã, São Bento do Sapucaí, Monteiro Lobato, Campos do Jordão e Pedra Grande Atibaia, a competição chega à sua penúltima etapa com três opções de percurso: curto, de 6K; médio de 12K; e longo, de 21K.

Faltando apenas Trabiju e Paranapiacaba, a competição entra numa fase decisiva e a prova de Pindamonhangaba já pode apontar os campeões em algumas distâncias.

“Quem pontuou em outras etapas não deve deixar de correr esta etapa. É a chance de somar mais pontos e ficar firme na briga por uma boa posição no ranking. Quem não correu tem uma ótima oportunidade de experimentar a Copa Paulista e se animar para a temporada de 2019. Mas o foco ainda é em 2018. Ainda tempos pela frente duas boas etapas e a etapa final”, afirma Fábio Galvão, organizador da competição.

O Parque Natural do Trabiju tem um sítio histórico-cultural que abriga o complexo do sistema de abastecimento hídrico implementado pelo município no século XIX (1899) para abastecimento de Pindamonhangaba. Nessa época, o Parque do Trabiju era a então Fazenda da Represa, já de propriedade do município, cujo abastecimento público perdurou até os anos de 1930. Atualmente o sistema abastece o Parque e a Fazenda Santa Helena, sendo ainda possível observar suas tubulações, ruínas, a antiga estrada, dos quais a represa, conhecida como Caixa D’Água, as ruínas do Aqueduto e o Aríete/Bomba Carneiro, constituem-se como os principais referenciais deste patrimônio material.

As inscrições são limitadas e já podem ser feitas no site do evento, onde também há todas as informações sobre a prova, com regulamento, altimetria, premiação e cronograma.

Copa Paulista de Corridas de Montanha – Etapa Trabiju

Local: Pindamonhangaba

Data: 2 de setembro

Largada: 8h

Inscrições e informações: www.corridasdemontanha.com.br

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 29/07/2018 at 22:52

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Etapa Paraty encerra a temporada do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha

Corrida de montanha com vista para o mar. E que mar! O cenário bucólico e paradisíaco por si só já é um convite. Junte a isso as emoções de uma etapa que vai apontar os campeões fluminenses de corridas de montanha. Dia 30 de setembro a praia de Paraty-Mirim vai oferecer tudo isso na Etapa Paraty do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha, que encerra a temporada no Rio de Janeiro.

A etapa é um desafio no coração da Costa Verde e promete atrair todos os candidatos ao título da temporada. É última de sete etapas de uma competição que terá campeões gerais e por faixa etária dos três percursos: curto, médio e longo.

Paraty-Mirim é uma enseada de águas calmas e cristalinas, areias brancas, rio e coqueiros tortos que guarda ainda a simpática igrejinha de Nossa Senhora da Conceição, de 1757. O acesso é por barco ou carro – cerca de 10 km do Centro Histórico (via Rio-Santos, sentido São Paulo), com direito a uma reserva indígena no caminho.

Destino muito procurado por turistas de vários lugares, Paraty o charme das construções históricas com uma ótima infraestrutura de hotelaria e gastronomia. A natureza exuberante também se faz presente através do trilhas, cachoeiras e muito verde.

As inscrições são limitadas e já podem ser feitas no site do evento, onde também há todas as informações sobre a prova, com regulamento, altimetria, premiação e cronograma

 

Campeonato Fluminense – Etapa Paraty

Local: Paraty-Mirim

Data:30 de setembro

Largada: 8h

Informações e inscrições: www.corridasdemontanha.com.br

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - at 22:47

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Etapa Petrópolis dá ares de nobreza ao Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha – Guia da prova aqui

Petrópolis, a Cidade Imperial, é a próxima parada do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha. Depois de passar por Maromba, Teresópolis, Ilha Grande, Lumiar e Maricá, a competição chega, no dia 19 de agosto, à sua penúltima etapa na região do Taquaril, com distâncias de 6, 12 e 18K.  Clique aqui para ver percurso e cronograma da prova.

A etapa é um desafio no coração da Serra Verde Imperial e pode definir o ranking do campeonato antes mesmo da última etapa em Paraty. Escolhido mais uma vez para receber a prova, Taquaril tem um vale de agricultores nas proximidades do distrito de Pedro do Rio. Fábio Galvão, organizador da prova explica um dos motivos para a escolha do lugar.

“Taquaril tem uma rara beleza natural. É cercada por serras, em que se destaca a Pedra do Elefante, com cerca de 1.600 metros de altitude, de lá é possível as cidades de Petrópolis e Teresópolis. É uma etapa realmente especial. Uma prova difícil, que exige muito dos atletas. Mas que, ao mesmo tempo, proporciona cenários de rara beleza e várias opções de passeio e de gastronomia para o pós-prova”, diz Fábio.

Destino preferido dos cariocas quando chega o inverno, Petrópolis combina o charme das construções do período imperial com o friozinho da serra e a infraestrutura de qualidade – há hotéis confortáveis, bons restaurantes e comércio variado. A natureza exuberante também se faz presente através do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, repleto de trilhas, cachoeiras e mirantes naturais.

A apenas 65 quilômetros da Cidade Maravilhosa, Petrópolis conserva muitas das construções da época em que Dom Pedro II passava longas temporadas no agradável destino. Muitos centros culturais funcionam em antigos palacetes e casarões do século 19 – é o caso do principal cartão-postal da cidade, o Museu Imperial.

As inscrições são limitadas e já podem ser feitas no site do evento, onde também há todas as informações sobre a prova, com regulamento, altimetria, premiação e cronograma

 

Campeonato Fluminense – Etapa Petrópolis

Local: Taquaril

Data:19 de agosto

Largada: 8h

Informações e inscrições: www.corridasdemontanha.com.br

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - at 22:43

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Prova dura testa os atletas na Etapa Maricá

Maricá recebeu na manhã do dia 15 de julho a quinta etapa do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha. Os atletas mediram força nas montanhas do Espraiado, consideradas as mais duras da competição. No percurso longo, de 22K, a elevação acumulada passou dos 1.000 metros e, apesar da extrema dificuldade, brindou os atletas com um visual ímpar. Vale ressaltar a belíssima estrutura do Horse Center que abrigou a arena da prova.

“Prova muito boa. Dura, subidas pesadas, descidas longas e muito visual bacana. Até agora, acredito que foi a prova mais dura do circuito 2018. Gostei bastante do percurso”, disse Lucas Rocha, primeiro lugar no geral da categoria médio e que lidera o ranking geral do circuito após brilhar também nas etapas Lumiar e Ilha Grande. Nas etapas de Teresópolis e Maromba ele não foi tão bem, mas mesmo assim foi imbatível na sua faixa etária, levando o primeiro lugar nas duas.

Faltando ainda duas etapas Petrópolis (19 de agosto) e Paraty (30 de setembro), ele segue firme rumo ao título. Quem também está na disputa pelo título no final do ano é Theo Moraes, o atleta disputa na categoria até 34 anos.

“Prova sensacional, cenário incrível com muitas montanhas, riachos e uma mata incrível. Cada vez mais apaixonado pelas corridas de montanha e treinando para os desafios que estão vindo pela frente. Consegui o primeiro lugar na faixa etária nessa etapa e fiquei muito feliz. Foi uma prova bem difícil com a trilha muito técnica. Tanto as subidas quanto as decidas eram bem desafiadoras. No final correu tudo bem e foi maravilhoso passar pela linha de chegada e encontrar os amigos”, afirmou ele.

Fábio Galvão, organizador do campeonato, ressalta o aspecto competitivo da prova e a disputa por pontos importantes no ranking, mas lembra que outra característica do trail run e das corridas de montanha é a cooperação e a diversão, buscando a harmonia com a natureza. “Nas corridas de montanha é preciso ser ecologicamente correto, por isso damos na largada e na chegada todo o apoio de hidratação ao atleta, mas no percurso ele deve ser autossuficiente. Nas nossas provas não há pontos de hidratação no percurso”, avisa o organizador.

As inscrições para a próxima etapa, em Petrópolis já estão disponíveis no site.

Resultado Geral

Curto Feminino

1º – Mirian Pereira da Silva – 46:11

2º – Barbara Pugliese – 52:10

3º – Cristiane Xavier – 53:35

Curto Masculino

1º –  Ricardo Moraes – 33:24

2º – Flaviano Marins – 35:32

3º –  Alexsander Menezes – 38:30

 

Médio Feminino

1º – Cláudia Simões – 1:48:59

2º – Cristina Melo – 1:55:25

3º –  Marcia Capucci – 1:57:54

 

Médio Masculino

1º – Lucas da Rocha – 1:19:32

2º – Mateus da Silva – 1:22:00

3º –  Fabio Celso – 1:25:50

 

Longo Feminino

1º – Adriana Rosa – 3:19:22

2º –  Dayana Nascif – 3:29:24

3º – Maria Helena da Silva – 3:38:09

 

Longo Masculino

1º – Gleiciomar dos Santos – 2:17:47

2º – Humberto Santanna – 2:42:40

3º – Agilson dos Santos – 2:44:57

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 17/07/2018 at 15:54

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Papo de Corrida: entrevistamos Fernando Pessoa

Você certamente já viu os vídeos do canal Papo de Corrida. Parceiros do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha, Fernando, Theo e André já tinham uma relação com a natureza antes de decidirem cobrir, correndo, as provas de montanha. Conheça um pouquinho da história de cada um deles. Começamos com o professor de Geografia Fernando Amaro Pessoa, de 31 anos, morador de Niterói.

Quando e como começou a correr?

Comecei no início de 2016, porém sem muita regularidade e acompanhamento. Participei de apenas uma prova naquele ano, os 5K da Etapa Outono do Circuito das Estações. Nessa época alguns amigos começaram a correr e maior galera se inscreveu nessa prova… foi assim que comecei…

 

Que provas de asfalto te marcaram até hoje?

A Meia Maratona CAIXA do Rio, em junho de 2017. Nessa época eu já corria principalmente provas de montanha, mas usava o asfalto como teste para levar as distâncias para provas de trilha, o que faço ainda hoje. Não estava inscrito, mas cerca de duas semanas antes da prova abriu um lote extra e consegui participar… foi um grande desafio! Minha primeira meia maratona, num amanhecer espetacular da cidade do Rio de Janeiro! Sensações únicas que lembro perfeitamente.   

 

Como foi para as corridas de montanha?

Apesar da corrida, como esporte, ter aparecido somente em 2016, faço trilhas sistematicamente desde muito novo. Minha primeira trilha foi de bicicleta quando tinha ainda 12 anos de idade. De lá para cá não lembro de ter parado de fazer atividades em ambientes naturais e levar a corrida para as trilhas era uma questão de tempo. O fator decisivo foi ter marcado, em setembro de 2017, para fazer com alguns amigos a travessia Petrópolis-Teresópolis (Parque Nacional da Serra dos Órgãos) em um dia – são cerca de 30km com mais de 2.000m de ganho de elevação, o que me levou a começar a treinar um mês antes. O treino consistia num “cross training” duas vezes por semana em uma academia perto de casa, onde conheci vários corredores que me incentivaram bastante e hoje são verdadeiros amigos. Com o objetivo concluído, mantive os treinos e decidi participar das etapas do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha em 2017, com a ideia de manter pelo menos uma prova por mês… os percursos propostos me deixavam muito instigados! A primeira foi em Maromba e desde então não parei mais… Em 2018, novamente em Maromba, fiz minha primeira participação no canal do Papo de Corrida e aí a coisa deslanchou de vez. Muitas pessoas foram importantes nesse processo.

 

Que etapas do Circuito Corridas de Montanha já fez?

Das etapas propostas para o Campeonato Fluminense só não participei de Paraty, que é um dos objetivos para o segundo semestre desse ano. Já corri em Maromba, Ilha Grande, Teresópolis, Sana, Petrópolis, Maricá e Lumiar.

 

Qual a mais marcante?

Sem dúvidas a mais marcante foi a etapa Ilha Grande em março de 2017, quando fiz minha primeira prova no percurso médio, 12km. Essa prova me mostrou muito bem o que aquilo significava… toda a logística envolvida – transporte, hospedagem, alimentação – e interação com a galera com total imersão naquele desafio, sem contar que Ilha Grande é um lugar muito especial para mim por inúmeros motivos. Fiz aquela prova quase toda praticamente sozinho, com trechos de floresta e praias que te jogam numa reflexão extremamente saudável. Voltei esse ano no percurso longo e volto quantas vezes eu puder.

 

Qual a sensação de correr nas montanhas?

Para mim a grande sensação é o bem estar proporcionado pelo maior contato com a natureza associado a superação de seus próprios limites, sejam físicos, psicológicos ou até mesmo emocionais. As montanhas nos proporcionam isso… Hoje, além de correr montanhas eu também as estudo a partir da abordagem da geodiversidade (variação das rochas, relevo, rios e solos), e levo meus alunos, amigos e familiares sempre que possível para atividades em trilhas por acreditar na possibilidade de promover maior conscientização ambiental associada a uma vida ativa e saudável!

 

Quais as dificuldades?

Vejo duas como principais. O treino, afinal manter uma rotina adequada de treinos é fundamente e difícil; e o planejamento necessário para participar desse tipo de prova, desde questões financeiras até de tempo disponível.

 

Mas no fim é recompensador?

Com certeza! Cada treino e cada prova nos trazem perspectivas positivas para a nossa vida… nosso cotidiano! Isso é muito recompensador!

 

Sonha em fazer alguma prova específica?

As provas que ocorrem nas chapadas chamam muito minha atenção! Assim que for possível quero participar das etapas da Chapada dos Veadeiros e da Chapada Diamantina.

 

Quais os planos para o restante deste ano e 2019?

Para esse ano o plano é participar das etapas restantes do Campeonato Fluminense: Maricá, Petrópolis e Paraty. Assim, participarei de todas e se tudo der certo ainda mantenho a 1ª colocação na minha faixa etária.

Além disso, agora em junho acabei de fazer minha primeira maratona, a do Rio, e a ideia é levar essa distância para as trilhas.. A prova escolhida foi a XC RUN Búzios, que será realizada em outubro desse ano. Para o ano de 2019 o planejamento envolve o acompanhamento novamente de todas as etapas do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha e também a participação em alguma ultramaratona. Vamos ver no que vai dar!

 

E o Papo de Corrida, qual a repercussão dele?

O Papo de Corrida tem tido uma repercussão muito positiva, principalmente em provas de montanha, as quais possuem os vídeos com maior visualização e interação. A participação no canal também tem possibilitado um avanço muito positivo nos treinos a partir daquela famosa perspectiva de que “ninguém faz nada sozinho”. O projeto está crescendo bastante e a ideia é gerar um conteúdo de qualidade, seja para a galera que já corre como para aqueles que pretendem começar a correr provas de montanha ou asfalto.

 

As pessoas te reconhecem nas provas? 

Isso é bem legal! Na verdade acho que não temos a menor ideia da repercussão do conteúdo que geramos… mas já somos reconhecidos nas provas! Não só a gente… mas é comum ouvir falarem sobre o “tal do coelhinho” que está em tudo quanto é prova, rs! E é isso, vamos que vamos, porque o caminho está bacana e o que importa é o percurso!!!!!

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 02/07/2018 at 18:21

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Drica e as montanhas: amor à primeira vista

A dona de casa Adriana Rosa, de 44 anos, mora em Rio Bonito-RJ e corre há cerca de 10 anos. O objetivo sempre ter uma boa qualidade de vida. Até que há três anos sua percepção sobre a corrida começou a mudar. Na mesma proporção em que a corrida mudou sua vida. Hoje, Drica, como é conhecida entre os amigos corredores coleciona pódios e está cada dia mais envolvida com o esporte. Confira!

“Corro há mais de dez anos. Comecei para ter uma qualidade de vida melhor e com o tempo eu fui me apaixonando. Mas há mais ou menos três anos eu conheci Anderson Barreto, que me convidou para participar de um treino de corrida com o grupo de corredores Amigo da Onça, de de Rio Bonito. Nunca havia treinado com outras pessoas. Sempre corri sozinha. Aí tudo mudou!

Aquela dona de casa que as pessoas olhavam, julgavam e pensavam ‘ela precisa fazer dieta, tá muito gorda para correr, é troncuda etc…’ começou a se transformar. Até hoje há pessoas que falam isso e eu sei que eu não tenho perfil de corredora, mas tenho Deus e com ele eu posso tudo. Até ser uma corredora de montanhas, que hoje é minha grande paixão. Eu corro rezando um terço. Mesmo nos treinos eu corro rezando. Só mesmo Deus para transformar uma dona de casa gorda e troncuda em uma corredora vitoriosa.

No fim daquele treino eles perceberam que eu corria bem. Mas para falar a verdade nem eu sabia… E  com o grupo surgiu a oportunidade de correr nas montanhas, já que minha cidade é cercada por elas. Foi amor à primeira vista.

Depois de uns seis meses treinando com esse grupo eu tive coragem eu tive coragem de me inscrever em uma corrida de rua. Para minha surpresa eu venci e isso me deu mais força para continuar correndo. No ano passado foram 15 pódios seguidos, dois em corridas de montanha.

Aí, este ano recebi um convite do amigo Leonardo Torres para correr o Campeonato Carioca de Corridas de Montanha e com a ajuda do meu irmão Flaviano Marins consegui ir a etapa de Teresópolis para o percurso longo. Tenho uma gratidão enorme por ele ter me proporcionado a chance de ser campeã pela primeira vez. Foi uma sensação maravilhosa ver meus amigos me esperando na chegada e ganhar um abraço do Flaviano. Ele gritava ‘eu sabia, Drica, eu sabia. Campeã!’ Não tenho palavras para descrever tamanha emoção. Eu não tenho foto desse abraço, mas está no vídeo oficial da prova, feito pela organização.

Aí eu tive outra oportunidade, a de correr em Lumiar. E para minha surpresa fui campeã novamente. Mais uma vez quem estava lá? Meu amigo e irmão Flaviano Marins. Ele ficou uns 500 metros antes da chegada para me gritar ‘Drica, você é a primeira. Drica, você é campeã!’ Eu não esperava mesmo. Só Deus!

Correr nas montanhas é muito especial. Me sinto mais perto de Deus e tenho a oportunidade de ver as paisagens, de fazer amizades, de ser ajudada e ajudar as pessoas no percurso. Numa corrida de rua isso não acontece. Sem contar o ar puro da montanha. Eu gostaria de fazer todas as etapas, mas ainda não dá. Mas Deus sabe de todas as coisas e só tenho que agradecer.

Nos vemos em Maricá. Estarei lá com o amigo e irmão Flaviano Marins!”

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - at 08:33

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‘Cada dia de corrida na montanha é uma sensação de vida renovada e de dever cumprido’

Nascido em Rio Bonito-RJ, o técnico em contabilidade Flaviano Quintanilha de Marins, 46 anos, é daqueles que nasceram para correr. Mas ele só se deu conta disso em 2016, quando começou a dar umas caminhadas. Em 2017 resolveu experimentar algumas corridas de rua de 5 e 10K. Subiu no pódio nove vezes e não parou mais. Nem de correr, nem de subir no pódio… Confira!

“Dei a minha primeira caminhada em agosto de 2016, já nas montanhas. Mas correr mesmo comecei na rua. Tive nove pódios em provas de 5 e 10K em 2017. Um dia, minha amiga Drica Rosa me convidou para fazer uma caminhada com o pessoal do ‘Treinão de Rio Bonito’ e quando já estávamos com uns 2km de caminhada ela sugeriu que fôssemos trotando. Eu disse que não aguentaria, ela insistiu e logo eu estava no topo das montanhas de Rio Bonito.

Eu já ‘morto’, não me aguentando e ela me motivando. De repente ela me fala que tínhamos uns 4 km de descida. Eu disse a ela que lembraria minha infância, descendo o morro da minha casa, pegando tiziu e brincando. Olhei o pessoal descendo e encarei. E fiz 14km logo no meu primeiro dia de corrida na montanha.

Descobri que me encontro e me aproximo das corridas quando estou correndo e respirando nas montanhas.  Correr na montanha é tudo para um corredor. Não precisa de nada mais, só terminar o treino com aquelas vistas maravilhosas, cachoeiras, frutas e com muita água. É tudo o que preciso para me manter motivado.

Em janeiro deste ano fiz minha prova de fato mas montanhas. A Etapa Teresópolis do Campeonato Fluminense de Corridas de Montanha. Fui o 11º geral e 2º na faixa etária no percurso curto. Depois fiz a Etapa Lumiar, em que fui o 5º geral e o 1º na faixa etária. Acho que o sonho de um corredor é chegar entre os três primeiros colocados no geral e dessa vez bati na trave. Cada prova é um aprendizado e cada prova me torna mais forte. O importante são as novas amizades que faço e guardo no coração.

Tenho me esforçado muito e treinado muito com meus amigos, que são mais experientes. E não é nada fácil ser um corredor de montanha. Me dedico muito na academia, nos treinos específicos de corrida e na alimentação. Assim, meu desempenho está cada vez melhor.

Nesses dois anos de corrida minha vida mudou radicalmente. Imagina um cara que acordava as 5 horas da manhã para pescar e agora acorda para correr. Nessa mudança tive que unir forças, respeito, coragem, disciplina.

A recompensa é enorme. Lembro que depois na semana da em Teresópolis fiquei uns dias sem dormir direito e esperando o grande dia. Ainda não havia corrido oficialmente uma prova de montanha. E com ajuda dos amigos pude levar para casa meu primeiro troféu de Corridas de Montanhas.

A cada dia de corrida na montanha é uma sensação de vida renovada e de dever cumprido!”

 

 

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 26/06/2018 at 09:23

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Copa Paulista esquenta a charmosa Campos do Jordão

A fria e bela Campos do Jordão ferveu no último domingo (10/06) com mais uma etapa da Copa Paulista de Corridas de Montanha. A quarta das sete etapas previstas para 2018 reuniu os melhores atletas amadores de trail run de São Paulo. E entre eles alguns atletas importantes no cenário nacional, como Ivan Pires, campeão do longo, com o tradicional percurso do Pico do Diamante; e Cyntia Terra, campeã do médio. Há um mês a atleta integrou a seleção brasileira que disputou o Campeonato Mundial de trail run na Espanha.

“Adorei a prova. Campos do Jordão é local que eu gosto muito e poder correr uma boa prova por lá me deixa muito feliz. Uma prova bem variada e técnica. Fiz o percurso médio, que era o que encaixava na minha planilha. A prova teve momentos em que foi possível desenvolver a corrida em velocidade, mas também uma descida muito técnica e uma subida insana. Acho que todos saíram de lá bem felizes com a prova”, disse Cyntia.

No percurso curto, o destaque foi Russo Balboa, figura conhecida nas montanhas paulistas. O atleta foi o primeiro a cruzar a linha de chegada, em 52:06. Entre as mulheres a primeira a chegar foi Luciana Cunha, que marcou 1:38:42 no curto.

A etapa Campos do Jordão acirrou ainda mais a disputa pelo topo do ranking no geral e nas faixas etárias. Com mais de 50% das provas disputadas, os atletas entram na reta final buscando pontos importantes para garantir presença na Etapa Nacional, em 24/11, em Lapinha da Serra-MG. A etapa nacional vai reunir os melhores atletas da Copa Paulista, do Campeonato Fluminense, da Copa Centro-Oeste e do Circuito Norte-Nordeste.

A Copa Paulista segue com três etapas: Pedra Grande de Atibaia (22/07), Trabiju (02/09) e Paranapiacaba (21/10).

 

Resultado Geral

Feminino – Percurso Curto

1º – Luciana Cunha – 1:38:42

2º – Francilene Bugatti – 1:40:36

3º – Maria de Lourdes Carvalho – 1:41:29

 

Masculino – Percurso Curto

1º – Russo Balboa – 52:06

2º – Alisson Borges – 55:57

3º – Glauco Ceragioli Filho – 56:58

 

Feminino – Percurso Médio

1º – Cynthia Terra – 1:44:03

2º – Luciana Duarte – 2:29:51

3º – Maria José Araújo – 2:33:53

 

 

Masculino – Percurso Médio

1º – Edvando Nogueira – 1:33:12

2º – Kleber de Souza – 1:40:35

3º – Marcos dos Santos – 1:40:42

 

Feminino – Percurso Longo

1º – Lucia Magalhães – 2:16:10

2º – Carla Bissotto – 2:40:00

3º – Mercia Silva – 3:20:53

 

Masculino – Percurso Longo

1º – Ivan Pires – 1:55:18

2º – José Celso Gonçalves – 2:06:42

3º – Lucas Dias – 2:14:30

Comments - What do you think?  Posted by Prudente - 12/06/2018 at 16:07

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